Milton Pelegrini
O mundo das imagens técnicas é um não lugar. O vazio e a
imaterialidade constituintes das não coisas desse mundo são parte de uma
estrutura tornada visível apenas superficialmente, e como tal, não tem raízes.
A pesquisa de Vilém Flusser acerca do mundo das “coisas” e das “não coisas”
(Ding und Unding) aponta para uma mudança na configuração do conjunto da
sociedade a partir do advento das tecnoimagens. Pode-se observar nelas a força
atraente de sua presença mediática, a onipotência de seu centro e sua
capacidade de fabricação dos receptores e dos “funcionários” dessas imagens.
Parece tratar-se de um tipo novo de reprogramação do imaginário coletivo, mas
de um modo totalmente diferente. Enquanto as utopias eram projetos coletivos
que guiavam líderes e estes conduziam as sociedades para dar curso às
esperanças de um futuro capaz de absorver todas as contradições da vida em
grupo e/ou eliminar o sofrimento e a barbárie humanos (como o caso da utopia
das sociedades industriais), o atual universo das imagens técnicas tende a
produzir cenários distópicos, onde o totalitarismo programado guiará as ações
pela propagação desenfreada das exposições de imagens mediáticas. Dizia Flusser
que sendo a multiplicabilidade automática a característica principal das
tecnoimagens, a condução para esta distopia não seria exercida por uma
autoridade pois “nas imagens técnicas todas as decisões são tomadas
automaticamente”, como resultantes de um consenso programado e fabricado em
massa. Um frio diagnóstico sobre o fim de uma utopia e a imersão em novo
projeto social com base nos ditames das entidades imateriais construídas para
inundar o imaginário coletivo, ou seja, o mundo das imagens planificadas que
torna-se hegemônico pela força da lógica do capital.
Considerando o entendimento de Vilém Flusser para definir a
natureza funcional das tecnoimagens, pois são programáveis, pode-se supor que
elas atuem sistematicamente no sentido de propagar um determinado tipo de
logicidade, quase sempre com uma clara intenção de existência hegemônica.
Assim, por toda parte as imagens técnicas surgem como entidades facilitadoras
da compreensão provocando intencionalmente, como resultado, o convencimento
coletivo.
A mídia é um agente concentrador da produção e propagação
destas imagens técnicas, e pode incluir, em seu propósito, a fabricação de
consensos, sejam eles fincados nos territórios movediços da memória passada, na
história, ou nas vinculações com as memórias futuras, consolidadas
coletivamente sob a nomenclatura de novos projetos para as sociedades.
Um notável exemplo dessa funcionalidade programática em larga
escala é a observação da disputa eleitoral que ocorre periodicamente traduzida
em imagens mediáticas pela Televisão (imagens audiovisuais), Jornais (imagens
verbais-escritas), Rádio (imagens sonoras) e seus canais de distribuição em
rede. Percebe-se que as imagens construídas propagam cenários de uma memória
política pregressa da cena política que lastreia o presente, ao mesmo tempo em
que planifica um futuro politicamente “desejável” para os candidatos (eles
mesmos mais sintonizados, cada vez mais, com a mídia do que com a sociedade).
Assim, candidatos e eleitores se constroem a partir dos modelos programados
pelas tecnoimagens. Não é à toa que cresce o número de candidatos eleitos por
sua própria imagem construída midiaticamente, tamanha é a força de atração
imagética gerada pelos meios. São reflexos da mídia na construção das dinâmicas
sociais em suas práxis políticas.
O papel das tecnoimagens no processo formador desses traços
coletivos de apropriação da realidade é o objeto central da presente pesquisa,
e para tanto, é preciso considerar a reunião dos fragmentos desta proto-tese,
ou proto-teoria, que viria mais tarde consolidar Vilém Flusser como um pensador
que incluiu a análise dos media, levando-se em conta elementos da cultura e
incorporando a dimensão humana como elemento-chave para compreender como a
lógica produtiva, o conceito de progresso, as maravilhas da industrialização, a
lógica do consumo e a funcionalização do conhecimento escoaram pelos media, com
um sentido único, crescente e cada vez mais veloz nos tecidos sociais.
A superficialidade das imagens técnicas, como observou
Flusser em seu livro O Universo das Imagens Técnicas, traz implícita a lógica
do imaterial, a lógica do capital como instrumento de submissão coletiva na
imagem de um futuro a ser atingido pelo progresso tecnológico. Flusser chamava
de “programas” que nos tornavam funcionários, ou funcionais, melhor dizendo,
para manter a coerência com a ideia do funcionalismo dos meios de comunicação.
Resulta, por isso, não ser estranho que os discursos na defesa do determinismo
técnico caminhem lado a lado com a imaterialidade do mundo, e a expliquem por
meio da ubiquidade dos veículos de comunicação nos dias atuais.
Conceitos como “sociedade da informação” já deixaram de
produzir olhares críticos para dar lugar a monolíticos entendimentos de que as
redes de informação são as novas esferas públicas. Mas aqui é preciso demarcar
uma diferença fundamental de entendimento. Espaços públicos são públicos porque
congregam interesses públicos, e não é possível depreender que os interesses
que movem a gestão tripartite das redes atuais sejam efetivamente públicos.
Vejamos, as corporações que representam o setor das Telecomunicações, o setor
da Computação e os Conglomerados de Mídia, construíram, no início dos anos de
1950, o cenário distópico que estamos perseguindo hoje.
O movimento dessas indústrias e o mercado construíram o
ciberespaço (não lugar) das novas “esferas públicas” onde é possível observar
como a lógica do capital impacta os grupos sociais de um modo determinante. É
dessa imaterialidade das imagens, das ações simbólicas dos sinais que nascem
essas novas sociedades industrializadas e suas perspectivas distópicas por meio
da difusão maciça das imagens que reproduzem a lógica hegemônica do capital.
Tudo é propagado como parte estratégica de novos e antigos modelos de negócio.
Algumas observações da existência desta lógica produzindo ou
interferindo diretamente na cultura ocidental foram mostradas em um ensaio de
28 de outubro de 1961, no qual Flusser apontava a simbiose entre a cidade de
Praga e o escritor Franz Kafka, autor que ainda foi capaz de refletir sobre o
panorama de transformação social europeu, vislumbrando o espírito do tempo
(Zeitgeist) no escritor tcheco.
A autodepreciação, o
nojo de si mesmo que é tema básico de Kafka é interpretada como um traço quase
patológico da alma do autor, quando, na realidade, exprime uma disposição de
uma cidade e civilização voltadas contra si mesmas, numa mistura de furor
suicida e auto-erotismo. (FLUSSER, 28/10/1961)
Flusser a considerava como uma “cidade medieval
industrializada”, e afirmava no texto que Kafka “é o cantor de uma cidade e uma
civilização que morreram, quase simultaneamente com ele”. São os primeiros
diagnósticos que apontam para o sentido de um mundo industrializado que apostou
todas as fichas na configuração de realidades nascidas desta lógica. As novas
imagens do mundo estavam nascendo de um mundo de imagens produzidas para o
consumo em alta escala, fossem elas de natureza político-ideológica,
econômico-financeira, científico-industrial ou mesmo religiosas.
Essas imagens disseminadas pelos aparatos de mediação
cumpriram uma dupla função no entendimento flusseriano. Primeiro, a de
substituir a experiência do real pela representação de uma realidade, ela mesma
tornada visível apenas como imagem, como superfície, e em segundo, pelo fato de
decorrer dessa substituição a transformação do homem em espectador, colocando-o
em oposição ao universo das realidades. “Um dos sintomas mais inquietantes da
decadência da civilização tecnológica é a busca pela diversão”, vaticinava
Flusser no artigo publicado em 15 de julho de 1963.
Por ‘universo’, dizia o autor, entenda-se a “soma de todas as
coisas vertidas em uma só coisa” e a recusa em verter as coisas em um universo,
ou seja, a ‘aversão’, assumiu o formato de ‘diversão’ como modelo conceitual
desta recusa em universalizar o mundo. Para Flusser, diversão é sinônimo de
aversão do universo. Existem ainda desdobramentos conceituais que fluem da
diversão para a diversificação, desta para a inversão e depois para a
perversão. Pode-se depreender o caráter deste distanciamento do universo em
nome da diversão, aliás, ela mesma um dos elementos constitutivos das
tecnoimagens, produzidas para divertir. O papel do cinema na construção
mediática da lógica do imaterial e de seu conseqüente distanciamento do mundo
foi explicado no artigo:
O cinema é divertido
por duas razões fundamentais: diverte a atenção daquilo que chamamos,
normalmente, de “realidade”, e converte o homem de participante em espectador.
A primeira função do cinema é portanto tapar a “realidade”, e a segunda é criar
distância entre a pseudo-realidade assim produzida e a pessoa. Destrói,
portanto, o universo de duas maneiras: racha-lhe a unidade (opondo a tela à
“realidade”), e o afasta (pondo a nós, os espectadores, em oposição ao
universo). O cinema é divertido porque destrói o universo. O universo se tornou
insuportável na fase atual da civilização tecnológica, porque a sua
universalidade consiste na transformação de todas as coisas em instrumentos.
(FLUSSER, 15/6/1963)
E ampliava a argumentação, por si só precisa, mas
angustiante:
O nosso universo é
universo porque tudo nele é convertido em instrumento, inclusive o homem.
Entretanto, este tipo de universalidade é de um tédio insuportável. O cinema,
destruindo o universo dos instrumentos da maneira dupla acima esboçada, é
divertido, porque aparentemente acaba com o tédio. Opõe ao mundo dos
instrumentos um mundo de sombras aparentemente cheio de aventuras, e afasta o
espectador para uma posição aparentemente “transcendente”. Cria a aparência de
uma transcendência do universo. Entretanto essas aparências enganam. O cinema
longe de criar uma autêntica alternativa à universalidade instrumental,
contribui para o alastramento da instrumentalização. E, longe de proporcionar
uma autêntica transcendência, integra o homem ainda mais na engrenagem
universal, transformando-o de participante em instrumento da indústria
cinematográfica. O cinema é portanto uma destruição do universo apenas
aparente. É uma forma inautêntica de aversão ao universo. Em conseqüência, não
acaba com o tédio, mas o intensifica. O cinema não diversifica, nem inverte,
nem perverte o universo, mas apenas diverte dentro do universo. O cinema é um
fenômeno inautêntico e tedioso. (FLUSSER, 15/6/1963)
Nota-se aqui um esboço de articulação lógica para compreender
os fenômenos mediáticos como agentes de disseminação das imagens técnicas
estrategicamente expostas em favor do distanciamento, da imaterialidade do
mundo, da superficialidade, do entretenimento, da configuração industrializante
da produção e do consumo, da apropriação do tempo da experiência pela exposição
“divertida” de uma experiência não vivida, mas representada. Uma proto-teoria das
imagens técnicas que identifica na diversão uma aparência inofensiva, mas em
cujo propósito reside o estabelecimento do consenso coletivo que a tradução do
mundo está nas próprias imagens que os aparatos técnicos fazem da realidade.
Dizia o autor que da redução das tecnoimagens em um elemento
fundamental chega-se ao ‘ponto’, tecnologicamente traduzível nos dias de hoje
por ‘pixel’, e que para entender a verdadeira função das imagens técnicas
deve-se compreender o conceito de ponto (ou de pixel): “o ponto é maneira
geométrica de articular o nada”, uma vez que “ponto” não possui dimensão e não
ocupa espaço. Trata-se de se considerar o vazio que reside por detrás dessas imagens
e sua função estratégica, operadora do consumo, dentro da lógica da
imaterialidade que configura a lógica do capital, que por sua vez, define a
lógica da produção que gera a lógica do consumo, que faz existir, finalmente, a
materialidade do mundo através da imaterialidade das imagens. Um tipo
específico de circularidade conceitual estabelecido midiaticamente pelas
máquinas produtoras de imagens, gerando um fenômeno estudado por Norval
Baitello Junior que recebeu o sugestivo nome de “Iconofagia”, ou seja, um
processo de devoração das imagens e/ou pelas imagens.
As implicações dessa dinâmica são gigantescas se
considerarmos que esses vazios, ou tecnoimagens, circulam midiaticamente como
estratégias de controle de atenção. Daí sua conseqüente apropriação do tempo de
vida de um modo perverso, quase sempre, pela diversão, pelo entretenimento,
como apontava Flusser. Nesse sentido, o atual estágio da civilização se
configura pelo consumo exacerbado de imagens que se propõem ocupar o espaço da
realidade, conforme explica Baitello Junior.
A era da Iconofagia
começa a se delinear quando “ao consumir imagens, já não as consumimos por sua
função janela (Kamper), mas pela sua função biombo (Flusser)”. Ao devorar
imagens anteriores, toda imagem se presta a ser devorada pelas imagens futuras,
impedindo-nos de alcançar-lhes um fundamento, um alicerce sustentável de
significação. O excesso de visibilidade cega a percepção do homem para o corpo
real e o leva a assumir um corpo virtual que prima pela distância e pela assepsia
do contato com o real; uma realidade demasiadamente humana para um mundo
tecnologicamente em superação constante. (BAITELLO J., 2005, p.25)
A funcionalidade das imagens conforme explicitada por Norval
Baitello Jr. se insere no contexto do prognóstico de Flusser sobre a sociedade
programada. As imagens podem mediar o homem com o mundo, como uma janela
(Kamper), mas, pelo esvaziamento de suas características em favor da
superficialidade, da desconexão com o mundo, da autorreferencialidade, elas,
sobretudo as tecnoimagens, transformam-se num biombo que pretende ser, ele
mesmo, o mundo a ser vivido. Talvez seja a explicação para o fato de que os
meios de comunicação se transformaram em agentes de sua própria existência.
Assim, os investimentos para superar constantemente o tédio depois que passamos
a acreditar nas imagens desse mundo se manifestam pela evolução tecnológica dos
aparatos, na instrumentalização política e econômica das tecnologias de
mediação, na velocidade do processamento e das conexões. Passamos a considerar
a “imagem” e a “coisa” como uma única entidade perceptível, e dela decorre
nossa compreensão de mundo. Flusser comentava sobre isso em um artigo dedicado
a refletir sobre como perdemos a capacidade de nos espantar com o mundo.
O conjunto das coisas é
a Natureza, e a transformação das coisas em instrumentos equivale à
domesticação da Natureza, portanto ao seu aniquilamento. A Natureza, tendo
deixado de ser espantosa, deixou de ser a Natureza. É verdade que a atenção do
pensamento ocidental se terá dirigido contra a Natureza, e o resultado desta
atenção é o aniquilamento da Natureza... ...Tendo sido a Natureza transformada
de espanto em tédio, estamos inclinados a concluir que o mundo inteiro se
tornou tedioso, e sentimos existencialmente esse tédio absoluto... (FLUSSER,
25/4/1964)
Delineia-se o surgimento da aparente e inofensiva estratégia
da diversão que se fundamenta e se concretiza na lógica da reprodutibilidade
técnica das imagens. O rompimento desse sentimento de “tédio absoluto” passa
necessariamente do “mundo das coisas” para o “mundo das não coisas”, outra
reflexão de Flusser para tornar visível a lógica da imaterialidade que
estrutura as tecnoimagens. Segundo afirmava no livro “The Shape of Things”,
editado em 1999, o mundo das coisas (hardware) perde gradativamente valor de
mercado em favor do mundo das não-coisas (software), que ao contrário custa
cada vez mais. Dizia que “nosso interesse
existencial se transforma, a olhos vistos, das coisas para as informações”,
e que “ao mesmo tempo, uma parte cada vez
maior da sociedade se ocupa de fabricar informações, dos serviços, de
administrar, de programar, e cada vez menos se ocupam de fabricar coisas”.
Retomando a segunda função das tecnoimagens tratadas no
início deste artigo, a transformação do homem em espectador corresponde em
atribuir-lhe uma função, transformá-lo em funcionário que faz o aparato
funcionar. Flusser usa como exemplo, em seu artigo “Do Funcionário”, publicado
curiosamente em 1º de maio de 1965 (Dia do Trabalho), que o funcionário
movimenta-se e age em função do aparelho, e para o funcionário perfeito, o
aparelho tem completa autonomia, e o funcionário tem a sua função estabelecida.
“Todo funcionário é uma propriedade, um atributo do aparelho. O funcionário não
tem propriedade, ele é propriedade. Como a propriedade nunca se confunde com a
substância, o funcionário não se confunde com o aparelho”, advertia.
‘Trabalhador’ e ‘Funcionário’ são conceitos operacionais distintos para a
lógica do capital e vivem em mundos distintos, o primeiro no mundo do hardware
e o segundo no mundo do software, na acepção de Flusser.
As reflexões trazidas por Vilém Flusser acerca das ciências
da comunicação são importantes e mesmo fundamentais, desde que se pretenda
compreender os fenômenos mediáticos como estratégias funcionalizantes da lógica
do mercado que começa na produção das tecnoimagens, passa pelo consumo, ou pela
produção do consumidor, do usuário, do espectador, ou do telespectador, todos
vistos como funcionários, eles mesmos transformados em imagens técnicas e
condenados a se representarem no mundo tedioso, mas de um modo divertido.
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